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Estudo de Caso CTLA Seguros Corporativos.

Estudo de Caso CTLA Seguros Corporativos

Cliente
Paulo Ferreira · Placement Chief da CTLA Seguros Corporativos
Ano
2026
Serviços
Estratégia digital, Arquitetura de informação, Copywriting, UX/UI Design, Direção de arte, Site institucional, WordPress, Elementor Pro
Estudo de Caso CTLA Seguros Corporativos.
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O desafio

A CTLA Seguros Corporativos trabalha com seguro patrimonial para indústrias e operações de grande porte, e vai além da cotação: verifica se as informações da apólice estão corretas antes do sinistro, quando um erro pode significar a indenização negada. O pedido inicial era uma landing page. O problema é que esse público não decide por impulso. Um diretor industrial quer entender o método, ver o próprio setor atendido e saber quem está por trás antes de falar com alguém. Uma página única não sustentaria essa confiança, e um visual genérico de corretora apagaria justamente o que diferencia a CTLA.

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A solução

Transformei a landing page em um site completo, construído a partir da tese da empresa: não basta ter uma apólice, ela tem que estar correta. O hero abre pelo risco, sobre uma planta industrial em vídeo, e o resto do site responde às dúvidas na ordem em que elas surgem. No design, a paleta saiu do próprio logo, com navy e azul-marinho para a solidez e verde-água só nos pontos de ação. O método virou conteúdo, com três perguntas técnicas, números reais e um comparativo com a corretora tradicional. A autoridade ganhou rosto na seção de Paulo Ferreira e mapa no acesso a seguradoras e resseguradoras em quatro continentes. O site foi lapidado em reuniões semanais com Paulo e Sabrine até transmitir no primeiro clique a seriedade que a CTLA entrega.

Três escolhas transformaram uma ideia de landing page em um site completo, à altura de quem coloca riscos que o mercado costuma recusar. Aqui está o que acontece por trás de cada uma, da mensagem ao método, das reuniões semanais ao ar.

O risco que ninguém vê até o sinistro

No seguro patrimonial corporativo, a seguradora aceita o risco com base no que a empresa informa, mas só confere essas informações depois que o sinistro acontece. Se algo não bate, a indenização pode ser negada. Ninguém pensa nisso na hora de contratar.

Por isso o site não abre falando de serviços. Abre com uma verdade que incomoda: não basta ter uma apólice, ela tem que estar correta. Quem lê entende o problema antes de conhecer a solução.

Hero do site da CTLA com anotações sobre mensagem, vídeo, menu e chamada para ação
O hero concentra a tese do site: o problema antes do serviço.
  • Começa pelo risco: o título nomeia o erro que custa a indenização, não o produto que a CTLA vende.
  • Avaliação gratuita no CTA: o botão faz a pergunta que o visitante nunca se fez, “será que a sua apólice está correta?”.
  • Menu pelo raciocínio de quem decide: Diagnóstico, Indústrias Atendidas, Conteúdo Técnico e Sobre a CTLA, na ordem em que as dúvidas aparecem.

Seriedade que se vê no primeiro clique

A CTLA atende indústrias químicas, fábricas de alimentos, operadores portuários e complexos de silos. Um visual genérico, com banco de imagem sorridente, jogaria contra tudo o que a empresa entrega.

Estudo visual da CTLA com tipografia Inter, paleta em azul-marinho e verde-água, componentes e o hexágono do logo

Indústria real, em movimento. O hero mostra uma planta industrial à noite em vídeo contínuo. O visitante reconhece o próprio mundo logo de cara.

Uma paleta tirada do próprio logo. Navy e azul-marinho para transmitir solidez, azul-aço nos cartões de destaque e o verde-água apenas onde a decisão acontece: nos botões.

O hexágono como assinatura. O símbolo do logo vira textura em escala grande nas seções claras e aparece em miniatura nos marcadores de lista. A marca está em toda parte sem disputar com o conteúdo.

Número no lugar de promessa

O mercado vende seguro com “tranquilidade” e “proteção total”. A CTLA fala em número, mecanismo e exemplo. O site precisava ter o mesmo tom, então o método virou conteúdo: três perguntas que decidem a indenização e que quase ninguém faz antes da apólice.

  • A atividade declarada é a real? “Fábrica de móveis” pode significar riscos bem diferentes para a seguradora.
  • Quanto custaria reconstruir tudo hoje? O Valor em Risco não é escolhido pelo segurado, é calculado.
  • Qual desconto você compra ao reduzir a cobertura? A conta que quase nenhuma corretora mostra.

A terceira pergunta rendeu o dado que virou imagem.

Gráfico: contratar 40% do Valor em Risco não gera 60% de desconto; a redução real fica entre 15% e 35%
Fonte: Diagnóstico CTLA.

E todo número tem assinatura. A seção “Quem está à frente” apresenta Paulo Ferreira, Placement Chief da CTLA, com mais de 25 anos de experiência executiva e uma década liderando um broker de resseguros internacionais. A autoridade deixa de ser um adjetivo e ganha rosto, trajetória e mapa: acesso a seguradoras e resseguradoras em quatro continentes.

Seção Quem está à frente do site da CTLA, com a foto e a trajetória de Paulo Ferreira

Uma empresa que cuida de riscos milionários não precisa parecer grande. Precisa parecer precisa.

Bastidores: de landing page a site completo

O projeto começou como uma landing page. Em reuniões semanais com Paulo e Sabrine, responsáveis pela CTLA, cada rodada de ajustes mostrava que uma página única não sustentaria a confiança que um contrato corporativo exige. Vieram o método detalhado, as indústrias atendidas, o comparativo com a corretora tradicional, a Central de Risco e os menus que organizam tudo isso.

O site completo, do hero ao rodapé, com os menus de navegação.

Nenhum template pronto. Cada seção foi escrita em HTML e CSS e montada no Elementor Pro, com o código em uma tela e a página tomando forma na outra.

Código HTML da seção hero da CTLA no Elementor ao lado da página renderizada
Código, reuniões e ajustes finos até cada seção dizer exatamente o que a CTLA é.

Perguntas sobre o projeto

O que é a CTLA Seguros Corporativos?

É uma empresa de seguro e resseguro empresarial, com auditoria e engenharia de risco patrimonial. Antes de qualquer proposta ir à seguradora, o Diagnóstico CTLA verifica atividade, valor em risco e coberturas para que a indenização não seja negada depois de um sinistro.

Por que o projeto começou como landing page e virou um site completo?

Porque uma página única não dava conta de mostrar o nível técnico da empresa. Quem decide um seguro corporativo quer entender o método, ver o próprio setor atendido e saber quem está por trás antes de confiar.

Como transmitir seriedade em um site de seguros?

Com imagens reais do universo do cliente, uma paleta sóbria derivada da própria marca, uma mensagem que começa pelo risco e números no lugar de promessas.

Quem criou o site da CTLA?

Ingrid Ferreira, designer e estrategista digital. O projeto foi feito em WordPress com Elementor Pro.

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